ARTISTS

Agoria

Sébastien Devaud, também conhecido como Agoria, entrou no mundo da música electrónica num momento peculiar da história deste género musical. Ao contrário da primeira geração de produtores de techno, ele é demasiado novo para ter ganho demasiadas influências da pop electrónica dos anos 80 com grupos como Depeche Mode ou o New Order. Mas ao contrário de DJs e músicos mais jovens foi exposto a house e techno, mais ou menos, desde o início destes géneros.
Começou a produzir e a lançar as suas próprias faixas em 1999 e, o primeiro reconhecimento internacional surgiu, após lançar uma série de 12 na Pias Recordings em 2002, que foram seguidos pelo aclamado álbum Blossom, um ano depois. Desde então, Agoria lançou The Green Armchair (2006), a soundtrack de Go Fast (2008) e Impermanence (2011), mostrando assim um enorme talento para criar faixas techno profundas e melódicas.
Recentemente, Agoria lançou vários EP’s para as melhores labels de techno (Innervisions, Kompakt, Hotflush) e remixes para artistas como Moby ou Metronomy.

Amelie Lens

Seria difícil encontrar outro artista cuja ascensão meteórica se assemelhe à da mais recente exportação da cena belga, Amelie Lens. Em pouco mais de um ano, passou de relativo anonimato para ser das DJs / Produtoras mais procuradas em todo o mundo. A subida ao topo de Lens pode parecer que aconteceu num piscar de olhos, mas a sua ética de trabalho, compostura nos controles, o envolvimento com a multidão e a destreza incrível no estúdio provaram ser ingredientes perfeitos para a sua rápida ascensão. O mais extraordinário é que Amelie está apenas a começar, mas o ritmo com que persegue o domínio dos dancefloors mundiais parece não abrandar.

Analodjica

A forma como Analodjica comunica é uma tipicamente feminina. A artista dispensa palavras, especialmente quando escolhe música durante os seus sets energéticos e sedutores. Instintivamente, Analodjica sabe o que a audiência está a pensar, ou qual vai ser o próximo movimento das pessoas. Esta “intuição feminina”, para muitos considerada um verdadeiro “toque de Midas”, é contagiante ao longo das suas playlists.

Black Coffee

Tendo em conta a sua ascensão meteórica até à fama, seria fácil estereotipar Black Coffee como apenas mais um black diamound na cena da música eletrónica. Mas, este demonstrou com o seu álbum “Home Brewed”, vencedor do South African Music Award, que é um DJ e produtor que desafia o convencional. Evitando os clichês do afro-house, a música de Black Coffee é conhecida como o verdadeiro Afropolitan house: os seus sons são frescos e com um equilíbrio e beleza quase esculturais. O seu enorme talento e génio criativo prometem abençoar tudo e todos, seja qual for o seu país ou cultura.

Caroline Lethô

Caroline Lethô, de nome Carolina Mimoso, foi moldada pelo calor do Algarve, onde nasceu e cresceu. A atmosfera simultaneamente densa e leve do Sul transparece na música que cria e na música que escolhe tocar: uma espiral de referências melódicas e profundas como pontos focais de uma jornada livre (mas habilmente dirigida) pelos cantos mais cativantes da música de dança. Esqueça todas as suas preocupações e foque-se apenas numa coisa: memorizar o nome Caroline Lethô. 

Da Capo

Nicodimas Sekheta Mogashoa é um produtor autodidata e DJ que se apaixonou pela house music desde cedo, dando-lhe assim a oportunidade de desenvolver um bom ouvido para a música e a inconfundível habilidade de criar ferozes sons capazes de manter as massas a salivar por mais. Esta sua faceta mereceu-lhe, primeiro para a África do Sul e depois para todo o mundo, a distinção como produtor altamente considerado apesar da sua tenra idade de 21 anos. Da Capo parte assim numa jornada para criar sua marca na cena House Music.

Dave Clarke

Pode ser conhecido como The Baron Of Techno, mas Dave Clarke tem uma veia anarquista e o punk na alma, reprovando conceitos e figuras pré-estabelecidos ou autoritários. Nada afirma isso de forma tão intensa como o seu novo álbum, “The Desecration of Desire”. Eletrónico ao máximo, mas cheio de composições ricas e sombrias, já faz quase dois anos desde o lançamento deste albúm que surgiu 14 anos depois do seu último lançamento. É conhecido por ser um trabalhador purista, futurista, geek de tecnologia, gótico e amante de gadgets que abraçou a revolução digital desde o seu início.

Dekmantel Sound System

Os Dekmantel Soundsystem estabeleceram-se como os reis da música eletrónica de alta qualidade de múltiplas formas. O coletivo holandês liderado por Thomas Martojo e Casper Tielrooij é responsável por uma record underground muito reverenciada, festivais e uma equipa de DJs da Soundsystem que cobre muitas bases diferentes. A Dekmantel Soundsystem, reproduz cenários hipnóticos com sedutoras surpresas e gemas incríveis, oferecendo um toque de 360 graus de bom gosto na música electrónica o que ajudou a colocar a Holanda e o seu estilo em particular, no mapa nos últimos anos.

Dj Tennis

Fundador e responsável pela pesquisa de talentos e desenvolvimento artístico da label Life and Death, Manfredi Romano cresceu no mundo do punk. Dos bastidores, encarregou-se da gestão de tours e organização de eventos de música em Itália até ao virar do milénio. Após duas décadas de experiência nos bastidores, Romano mudou o foco em 2010, estabelecendo-se como um DJ. DJ Tennis possui a habilidade de criar intimidade até mesmo nos mais variados públicos. Chef de cozinha e dono de restaurante, Tennis divide seu tempo entre Miami e Barcelona, onde gosta de andar de moto, colecionar bonecos de ação vintage e montar sua coleção de discos de vinil – que agora soma mais de onze mil.

Dj Vibe

O DJ Vibe esteve envolvido em todo o tipo de atividades musicais de Dj a produção. Considerado por todos o mais procurado e conhecido dos Djs portugueses, Vibe também esteve envolvido no lançamento de um dos Clubes mais importantes de Portugal nos últimos 20 anos. Nos anos 80, foi convidado a abrir o clube Plateau em Lisboa (1985/1986), um local que mudaria o estilo de vida noturna de Lisboa.

Enoo Napa

Enoo Napa também conhecido como Siphiwe Mkhize, é um produtor autodidata do município de Umlazi, Durban, em KwaZulu Natal. Depois de assumir a produção em 2013, o seu remix de Jackie Queen – “Conqueror”, um som afro, com um toque de sintetizadores inteligentes, captou a atenção de Black Coffee já no início de 2015. A sua rápida ascensão aconteceu graças ao seu forte comprometimento. Enoo Napa deixou o seu emprego como operador de CFTV para se dedicar a 100% à música, desafiando-se para o ano mais ocupado da sua carreira, onde produziu 15 remixes e 12 originais em 18 meses.

Fairmont

Jake Fairley aka Fairmont é um produtor de música electrónica, live performer e DJ de Toronto, no Canadá. Começou a sua carreira no início dos anos 2000, gravou em nome próprio para labels como a Kompakt, Sender e Dumb-Unit. No entanto, foi o seu smash-hit de 2005, Gazebo, sob o pseudónimo Fairmont que lhe garantiu o selo de peso pesado na cena underground global. Lançado na label James Holden’s Border Community, Gazebo vendeu 20.000 cópias em vinil, tornando o nome Fairmont num dos principais cabeças de cartaz. Desde Gazebo, Fairmont lançou dois álbuns e vários EPs, principalmente com sua nova label – My Favorite Robot Records, mas é o seu mais recente EP que com certeza será o seu maior sucesso.

Farrago

Farrago surge como um novo nome na cena techno belga, embora seja um rosto já familiar. Em 2013, Sam Deilaert, antes conhecido como Talbot Wood, sob a bandeira da Other Heights e da Curle Recordings, tocou múltiplas showcases e live shows pela Europa. A mudança de nome é justificada no significado da palavra Farrago, que é literalmente “uma mistura desconcertante”, ou seja, o alinhamento e o legado do seu trabalho, fundidos com o desenvolvimento e novas ideias. Melodias e únicas estas ecoam infinitamente, ao ponto de serem consideradas tangíveis e impulsionadas pelo som comovente de um kickdrum clássico 4/4. É o casamento perfeito entre corpo e alma.

Gusta-vo

Um DJ com versatilidade, conhecimento e aptidão para impressionar quem o escuta, pela coerência e qualidade do que apresenta, adaptadas à ocasião em que o faz. Tal só pode espantar os menos conhecedores do seu percurso.

HNRQ

Dj, nascido Lisboa no ano de 1986, desde cedo foi influenciado por vários estilos musicais e pelo mundo que o rodeia, a sua maior característica é a vontade de partilhar música e fazer pessoas dançar. Desde 2005 que HNRQ chama a atenção dos melhores clubs e festivais do país e o seu trabalho vai para além das pistas de danças trabalhando com reconhecidos artistas plásticos e designers de moda. A música de HNRQ não deve ser descrita deve ser ouvida, apreciada e dançada pela noite fora.

John Digweed

Algumas carreiras de DJ são construídas no hype. A carreira de John Digweed é construída na substância. É um dos DJs mais populares do planeta, os seus sets nunca saem dos clubs de todo o mundo, como mostra o seu implacável programa global de concertos. De paisagens sonoras cinematográficas e rodopiantes, uma nova geração de clubbers está a aprender o que já sabemos – que não há nada como estar preso a um set de John Digweed.

Mafalda

Mafalda é uma daquelas DJs com quem te deparas e instantaneamente te apaixonas. Nascida em Portugal, Mafalda cresceu a ouvir música e começou a aprender inglês com o pai aos 5 anos para traduzir as letras de Pet Shop Boys. Mafalda mudou-se para Londres há dois anos e mergulhou na cena musical de Londres – primeiro inspirada por Sadar Bahar e Floating Points quando colaboraram no Corsica Studios, tornou-se regular na festa Plastic People e nas festas You´re a Melody.

Motor City Drum Ensemble

Motor City Drum Ensemble é um conjunto algo único, já que consiste em apenas uma pessoa: o simultaneamente retro e futurista, o alemão e pioneiro, Danilo Plessow. Nascido em 1985 numa pequena cidade rural no sul da alemanha, mudou-se cedo para Estugarda, conhecida como “Cidade do Motor” da Alemanha. O nome “Motor City Drum Ensemble” é então uma referência à sua cidade natal, mas também ao seu primeiro amor pela música, pelos sons Soul, Jazz e Techno de Detroit. “Drum Ensemble” é a ligação com a sua coleção de clássicos de baterias electrónicas, a espinha dorsal da música que cria.

Palms Trax

Para novos DJs e produtores, ou mesmo para qualquer um que aprecie uma boa história, a génese de Palms Trax não poderia ser mais inspiradora. Um curioso e ingénuo filho da Riviera Inglesa consegue um emprego numa das principais lojas de discos de Londres e descobre os Masters do House de Chicago e do techno de Detroit. Um fluxo gradual, mas contínuo, de EPs, cortesia da holandesa Dekmantel, permitiu que as suas produções florescessem em ricas e suaves melodias.

Paul Kalkbrenner

Paul Kalkbrenner, natural de Berlim, é um talento internacional único. Na verdade, com sete álbuns de estúdio e mais de 2,4 milhões de fãs no Facebook, é uma das maiores superstars do techno. As composições de Paul Kalkbrenner são cheias de energia, com o propósito de afastar o público da rotina para um lugar onde reina a arte, o êxtase e o amor. O oitavo álbum de Paul Kalkbrenner, Parts Of Life (lançado a 18 de maio), chega uma década depois do seu Double Platinum selling LP, Berlin Calling. É um artista que passou os últimos 10 anos no topo da tabela, apresentando sempre uma variedade singular de techno. para audiências cada vez maiores.

Perel

O caminho de Perel levou-a da sua terra natal, a Saxonia, diretamente para o centro da cena vibrante dos clubes de Berlim, onde ganhou fama como DJ e produtora. Perel, ou Annegret Fiedler, através da energia do público torna os seus sets imprevisíveis e únicos, seja onde for. O seu novo álbum, através da famosa record, a DFA, demonstra um profundo conhecimento do funcionamento da dance music e da vontade de mergulhar profundamente na periferia da música pop, antiga e nova.Seja como DJ ou como produtora de sons distintos e ecléticos, Perel desafia a atual cena electronica. É uma artista verdadeiramente cativante.

Rui Trintaeum

Rui Trintaeum, natural do Porto, tornou-se uma referência no panorama musical enquanto proprietário, programador e DJ residente do clube de música electrónica Trintaeum.
Desde cedo um apaixonado pela música, foi baixista da banda pós-punk Culto da Ira, que se destacou em 1984 na 1ª edição do mítico concurso de música moderna organizado pelo Rock Rendez-Vous, um marco para gerações de músicos e melómanos portugueses.
Mantém-se activo como agitador da cena electrónica nacional, agora sobretudo como DJ regular em clubes como Gare, Plano B, Indústria, Lux entre outros

Ruuar

Amantes de diferentes vertentes musicais no mundo eletrónico, desde o house mais abstrato ao techno mais puro e elementar, Pedro Rebelo e Hugo Bastos, procuram a singularidade pela forma como abraçam e fundem as suas influências musicais. A fusão destes elementos culmina numa explosão de ritmo, onde a música proporciona ao ouvinte uma viagem interior.

Serginho

Para além de outros nomes de referência que têm produzido noites memoráveis, Serginho tem vindo a destacar-se – sob um assumido low profile – como incontornável cultivador da vertente mais espacial e estilizada da house no Norte.
Tendo iniciado a sua carreira a meio da década de 90, aliado às iniciativas mais inovadoras e sofisticadas da década, como o clube itinerante UrbanSound ou a extinta rádio Voxx, Serginho é talvez o expoente máximo da divulgação da house mais inteligente no Porto.
Por lá, a paixão pelos discos deu-lhe 10 anos de trabalho na Discomundo, loja onde começou em ’98 e que mais tarde passaria a chamar-se Vinyl Market, onde permaneceu até 2008, junto a fontes musicais privilegiadas.

Seth Troxler

Seth Troxler é uma das personagens inconfundíveis da musica de dança, com o seu enorme cabelo e ainda maior personalidade, que não se leva, nem a ele nem à vida, demasiado a sério. Um humano correcto que joga o jogo com as suas próprias regras. Estas qualidades, juntamente com a sua paixão e aparente inesgotável conhecimento do house e do techno, estabeleceram-no como cabeça de cartaz para uma nova onda da underground electronic music.

Sininho

SININHO é uma digital media researcher do Porto. Actualmente a viver entre a cidade do Porto e Berlim tem um passado nas ciências da biologia e desenvolveu uma grande paixão pela música e biologia, que a levou a uma procura de sinergias entre a natureza e os sons. Unindo estes dois mundos, SININHO espera encontrar novas formas na produção musical, mas também, nas instalações e performances ao vivo.   

Sonja

Com uma vivência real que a tem levado a habitar por inúmeros sítios, Sonja carrega o peso anímico e romântico de uma cartografia dispersa para o lado certo da pista e das ondas de rádio, numa relação de escapismo com a música que se reflecte num profundo conhecimento das mais diversas tipologias e linguagens com verdadeiro peso histórico, humano e social – do disco e no wave ao techno e ao house, das caves de NY à luminosidade beatífica das baleares, sempre com uma entrega, aprumo e fé inabaláveis.

Temudo

Temudo é produtor e DJ filho da nova geração de Techno Português. A música que desenvolve caracteriza-o como um artista com texturas próprias, combinando nas suas produções tensão e psicadelismo a uma componente técnica meticulosamente concebida – algo que é justificado pelo seu Mestrado em Artes Musicais Música e Tecnologia – e uma incessante procura de novas metodologias de concepção de objectos sonoros. A música de Temudo tem o carimbo de editoras míticas como a Synewave ou Planet Rhythm, e é tocada por uma variedade de artistas da Techno scene. É uma das mentes responsáveis pelo projecto HAYES. 

Themba

O nativo sul-africano Themba está certamente a desenvolver o seu espaço e nome de forma surpreendente, tendo entrado no cenário da dance music global em 2018 com uma série de shows de alto nível e lançamentos constantes de novas músicas. A sua música é forjada a partir das suas raízes africanas, incorporando cantores, compositores e percussionistas locais para criar sua própria visão, única e distinta, do house & techno. O seu EP de estreia foi lançado na record Knee Deep In Sound da Hot Since 82, na primavera, seguido por remixes para Black Coffee e Nick Curly. No Verão será o lançamento de outro EPThemba em Yoshitoshi e mais será anunciado em breve. 2018 promete ser um ano em grande para Themba, recheado de novas músicas e fantásticas atuações. 

Tiago Fragateiro

Com quase 20 anos de carreira, Tiago é uma das principais referências do underground português como Dj, produtor e label manager. Além lançar as suas composições pela sua própria label e pela Composit Records de Alain Ho, alguns dos seus lançamentos, como Mindz Kontrol Ultra (ao lado de Dj Yellow), foram lançados em labels como a Ovum Recordings, Freerange Records, Plastic City, lançou compilações pela Cocoon to Global Underground e fez colaborações com nomes como Jay Shepheard, Tracey K, My Favorite Robot, Josh Wink e Kasper Bjorke. O seu mais recente trabalho a solo, juntou a Compost Records e a HFM Music à sua discografia e teve ainda o apoio de Maya Jane Coles, Jornis Voorn, Hot Since 82, Steve Bug entre tantos outros.

Tiga

Tiga é o nome artístico do DJ e produtor Tiga James Sontag. Original de Montreal, o seu álbum Sexor ganhou o Juno Award 2007na categoria Dance Recording of the Year. Nos seus primóridios, esteve envolvido na promoção de festas rave e na criação do famoso clube afterhours SONA. Abriu a sua loja de discos, a DNA Records, e fundou sua própria record, a Turbo Recordings. É amplamente conhecido pela sua música “You Gonna Want Me” e pelas suas colaborações com Zyntherius, Richard X e Jake Shears dos Scissor Sisters. Tiga é ainda conhecido pelos seus incríveis remixes, como “Washing Up” de Tomas Andersson e “Comfortably Numb” de Scissor Sisters.

Violet

Violet é uma produtora portuguesa e DJ residente em Londres, co-fundadora da Rádio Quântica, e metade da all-girl rap crew A.M.O.R. Desde que estreou pela Wicked Bass Records, a música de Violet conseguiu chamar a atenção de grandes nomes da cena electrónica. Artistas como Snuff Crew, Terry Farley, Matias Aguayo e Phillip Sherburne tocaram as suas músicas em alguns dos melhores clubes do mundo. 
Os DJ sets de Violet e live acts híbridos criam jornadas que abrigam um house clássico, bem como um techno abrasivo, batidas mutantes e próprias produções melódicas e percussivas. 

Vitalic

Já passaram uns bons quinze anos desde que Vitalic (aka Pascal Arbez-Nicolas) resolveu redefinir o techno, com a sua sensibilidade francesa, misturando a sua energia com melodia, criou o seu estilo. Vitalic tem-se reinventado constantemente, elevando a sua visão da Disco Music ao máximo. Esta constante renovação é, sem dúvida, onde o produtor encontra a sua força, explorando cada faceta (como uma bola de espelhos), as inúmeras possibilidades do que ele chama de Metal Disco ou, mais prosaicamente, “disco poilue” – Fuzzy Disco.

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