ARTISTS

AIROD

Vindo de Paris, Dario Brkic, também conhecido como AIROD, é talvez uma das melhores encarnações do que a cena techno francesa pode trazer à mesa, quando se trata de transformar qualquer armazém com paredes frias num forno. Desde que se destacou a nível internacional, em 2018, atraiu o apoio imediato de nomes como Dasha Rush, Blawan, Randomer e Kobosil, para citar apenas alguns, AIROD continuou a moldar a sua própria linha no techno, tempestuosa e incansavelmente corrosiva. Um projeto partilhado com Amelie Lens no REX Club selou o destino de Dario, levando Lens a levá-lo a bordo das suas reputadas festas da Exhale em todo o mundo, das quais ele se tornou regular.

Amelie Lens

Seria difícil encontrar outro artista cuja ascensão meteórica se assemelhe à da mais recente exportação da cena belga, Amelie Lens. Em pouco mais de um ano, passou de relativo anonimato para ser das DJs / Produtoras mais procuradas em todo o mundo. A subida ao topo de Lens pode parecer que aconteceu num piscar de olhos, mas a sua ética de trabalho, compostura nos controles, o envolvimento com a multidão e a destreza incrível no estúdio provaram ser ingredientes perfeitos para a sua rápida ascensão. O mais extraordinário é que Amelie está apenas a começar, mas o ritmo com que persegue o domínio dos dancefloors mundiais parece não abrandar.

AMULADOR

Amulador é uma entidade em movimento. Circunspecto, activa o mecanismo e engrena no desconhecido. Longe dos hypes e da figura iluminada do DJ, atira o protagonismo para as colunas, entrega música arriscada e inconformista, captando as orlas mais abstractas e pulsantes da música tecnológica actual. Viagens a várias velocidades conjugam várias perspectivas ora melódicas e subtis, ora rítmicas e contundentes. Passeios desviantes em paisagens peculiares são pontuados por miragens de expectação, abrindo portas para a fantasia cinemática. Amulador retorce o nome na sombra e ataca pela calada, desenrolando um continuum musical sem precedentes. Poderão avistá-lo raramente, mas firme no seu posto de sentinela.

CARDIA

Depois de viver em Nova Iorque e em Madrid, regressou a Portugal, onde é já um produtor de referência e de onde aposta em internacionalizar a música que por cá faz. Podemos dizer que defende sonoridades profundas, deep tech com melodias experimentais. Podemos dizer que isto se traduz numa forte personalidade musical que se revela sem igual quando Francisco Cardia está na cabine. Podíamos dizer isso e muito mais, mas o melhor é vir ouvir por si… Porque seguramente vai ouvir falar dele.

CHARLOTTE DE WITTE

“Eu amo o Dark que encontras na música electrónica”, explica de Witte, “especialmente no Techno”.
Hoje de Witte inclui festas e festivais nos EUA, na África do Sul e por toda toda a Europa no seu currículo. Ainda assim, o seu coração permanece ligado tanto à cena underground Techno quanto à Bélgica. Tendo se mudado para a produção, Witte não perdeu tempo em se estabelecer como um sério talento no estúdio, assim como atrás dos decks. Mas, enquanto um set de DJ Raving George garante pôr a pista a mexer, a própria música de Charlotte deu-lhe a oportunidade de revelar um outro lado, uma oportunidade de baixar os BPMs e subir a atmosfera.

ELLEN ALLIEN

Como uma das artistas mais emblemáticas da sua geração, Ellen Allien incorpora a essência do techno: visionária que olha para o futuro à procura de inspiração, esculpindo o seu próprio nicho e presidindo um império que tem no seu ADN o mundo do techno e dance music. Uma fonte constante de novas ideias, energia e inspiração, Ellen Allien, é uma artista cujo conhecimento abrangente e abordagem intuitiva da música é parte de sua genética.

Farrago

Farrago surge como um novo nome na cena techno belga, embora seja um rosto já familiar. Em 2013, Sam Deilaert, antes conhecido como Talbot Wood, sob a bandeira da Other Heights e da Curle Recordings, tocou múltiplas showcases e live shows pela Europa. A mudança de nome é justificada no significado da palavra Farrago, que é literalmente “uma mistura desconcertante”, ou seja, o alinhamento e o legado do seu trabalho, fundidos com o desenvolvimento e novas ideias. Melodias e únicas estas ecoam infinitamente, ao ponto de serem consideradas tangíveis e impulsionadas pelo som comovente de um kickdrum clássico 4/4. É o casamento perfeito entre corpo e alma.

FJAAK

Mexem-se facilmente pela House, Techno, Rave, Ambient &Breakbeat, basta imaginar o que lançarão a seguir. A única coisa garantida: a pista de dança vai sempre abanar. Os clubes deste mundo estão familiarizados com FJAAK. Estiveram em todo o mundo e em todos os clubes que vale a pena mencionar.
Spandau20, o seu novo projeto, tem como objetivo levar a comunidade que os rodeia aos grandes palcos que já estão familiarizados com FJAAK. 2020 está definido para ser o ano de Spandau20!

Francisca Urbano

Francisca Urbano, apaixonada pela música de dança na sua vertente mais eletrónica, foi na LX Music Academy que deu os primeiros passos. Tendo já passado por vários clubes do país e tocado ao lado de artistas conceituados, a sua versatilidade permite-lhe adaptar-se à hora, pista ou local em causa – sempre para fazer dançar.

FRANK MAUREL

Como Dj e Produtor Frank Maurel é um dos mais notáveis artistas do seu país. Fundador da Unless Records, desenvolveu um papel ativo e importante no crescimento cultural da música de dança em Portugal, sendo premiado com o MMC 2010 Career Award. Aos 15 anos, inicia o percurso de Dj no Club Europa, sendo que foi aos 20 anos que passa a ser dj residente no melhor clube dos anos 90, o Rock´s. Rapidamente se tornou um dos mais respeitados Dj´s Portugueses.

Gusta-vo

Quando se pensa no underground português, Gusta-vo é, além de uma figura claramente incontornável, altamente polivalente. Membro dos reconhecidos “Freshkitos”, este é um dos cargos que confere a este artista a forte bagagem musical que foi ganhando ao longo dos anos. As funções e desempenhos que foi tendo nos últimos 18 anos de carreira são cruciais – a sua exímia capacidade de entender e compreender os públicos e as suas pistas é notável. Assim, o seu set resulta, ora num house mental, um techno bem ritmado e hipnótico ou algo menos convencional. Apesar do seu bom-humor e fortes gargalhadas, Gustavo prefere manter a sua paixão totalmente investida na música, dando a vida por ela e vivendo para ela. É, por isso, um verdadeiro impulsionador da boa e verdadeira música de dança. Assim sendo, dancemos!

JEAN PIERRE

Chegando rapidamente ao topo do mundo super competitivo dos clubes de Nova York, são as produções de Jean Pierre que o distinguem claramente dos seus pares. Com as suas produções a entrar regularmente na lista de reprodução das melhores músicas de dança, os lançamentos de Jean receberam o apoio de líderes da indústria como Marco Carola, The Martinez Brothers, Loco Dice, Jamie Jones, Victor Calderone, Luciano e Steve Lawler entre muitos outros. Enquanto atualmente ocupa um posto na bem conhecida e de renome loja de discos de Brooklyn, Halcyon, Jean tornou-se um dos mais notáveis selectors da sua geração.

JEFF MILLS

Profundamente influenciado pela ficção científica, DJ, produtor e artista Jeff Mills adopta as ideias, conceitos, histórias e estética. Para Jeff, o espaço é uma obsessão e a sua música quase que se torna uma ficção científica musical. Conquistando o espaço, a música incorpora o futuro enquanto ambos respeitam o passado e permanecem bem no presente. Desde o início, que os seus primeiros lançamentos exploram tópicos futuristas e de ficção científica. Para Jeff Mills, o futuro é um poderoso impulso criativo que explica a incessante atividade do artista.

JENNIFER CARDINI

Depois de mais de uma década a construir uma reputação invejável nos clubes de Paris, Jennifer Cardini tornou-se uma preocupação internacional. O carisma e versatilidade atrás dos decks levou a convites para tocar em spots nocturnos como Panorama Bar, Nitsa e Fabric e com a sua plataforma criativa e label Correspondant em ascensão, a sua posição como uma criadora de tendências está mais forte que nunca.

Johan

O João é o Johan. O João nasce em Setúbal em 1982. O Johan depois. No fim da década de 90 em que toda uma juvenil geração começa a sentir o estímulo dos beats com travo rave, hardcore, punk e industrial de superbandas como os Prodigy, Chemical Brothers, Underworld e fica permeável às nuances de Plaid, Leftfield e Orbital. E assim começa uma playlist diária. A que o João começa a ouvir e que pisca o olho ao Johan. E dessa playlist vêm outros sabores e misturas e saídas noturnas e trocas e possibilidades infinitas. E confiança. Olá Johan. Electrónica binária mas modelada como uma segunda pele. Ritmos com pleonasmos e síncopes quase no mesmo instante. Música que o Johan nos vê ouvir e dançar no Gare (com Josh Wink), no terraço do Lux, no Musicbox e no Europa Sunrise e nas festas e colaborações regulars com a Fuse/lx e a Flow Records. Referências absolutas. Certeiras.

JOSEPH CAPRIATI

Embora Capriati tenha acumulado uma extensa e completa discografia, não há dúvida que seja primeiro DJ e depois produtor. Capriati tem um dom natural e cedo começou a sua jornada na cena techno de Nápoles seguiu pioneiros como o Marco Carola e Rino Cerrone. Aprendeu o ofício enquanto absorvia influências dos primeiros pioneiros House como Masters At Work, Todd Terry, David Morales, Danny Tenaglia, Francois K e Tedd Patterson. Em 2007, tocava o seu primeiro show de alto nível para milhares de pessoas, fãs da sua cidade natal, e apenas um ano depois para o Awakenings.

KOKESHI

Kokeshi é uma das metades de Heartbreakerz e parte da Flow Records.
Jams, hip-swinging, head-banging são os truques que conhece de cor ao sabor das seleções que vão do deep ao prog, no universo do techno. Iniciou-se em 2002 e estreou-se na cabine do icónico Paradise Garage, em Lisboa, no ano seguinte seguiram-se as cabines mais íntimas do País, os grandes palcos, as parcerias e os cartazes internacionais. Do underground Londrino ao eclético publico Norueguês, dos refinados Parisienses aos rebeldes de Ibiza Kokeshi foi conquistando as pistas de dança.

LEE JO LIFE

Loïc Le Joliff começou a sua carreira como DJ em 2007 sob o nome de Elio Krass. Pouco tempo depois, lançou a label Microzoo ao lado do DJ e produtor canadiano Nathan Burns. Além da sua faceta artística, Le Joliff é também co-fundador do Brunch -In, bem como o responsável da programação global do festival.

LUCIANO

Como um dos DJs e performers mais influentes do mundo, Luciano sempre esteve na vanguarda da música electrónica. Desde a sua actuação no Love Parade de Santiago e o seu caminho de volta à Europa aos 21 anos, trouxe um som techno único, ritmos apaixonantes e latinos a multidões por todo o planeta, subiu ao palco de grandes clubes de renome do mundo, desde Ibiza, Berlim, Peru, Tóquio, Londres, Frankfurt, Nova York, Miami, São Paulo e todos entre eles.

MACEO PLEX

Localizado nas profundezas do circuito de um hospedeiro mecânico alienígena conhecido como Maetrik, encontrarás uma teia complexa de dispersões sinápticas que se assemelha ao que poderia ser chamado de alma. E é essa alma que impulsiona e manipula cada movimento que está finalmente a surgir. O seu nome é Maceo Plex. O aparecimento de tal entidade tem sido o resultado de uma necessidade de sentir, uma necessidade para o funk interplanetário. Nós, como seres humanos, consideramos esta necessidade um sentimento, um sentimento enraizado na emoção, e a emoção é a própria base da humanidade.
Maceo Plex está numa missão para satisfazer a sua necessidade de colocar sentimento e funk no mundo, e está a provar ser bastante produtivo. Com trabalhos profundos e divertidos de engenharia audível para a label Crosstown Rebels na forma de um álbum completo intitulado “Life Index”, uma noite com Maceo Plex será de proporções galácticas.

MAGAZINO

Homem nascido e vivido perto do mar, logo talhado para subsistir, Magazino está presente desde o bing bang da música electrónica de dança dos anos 90. Acompanhado ao ritmo dos quatro por quatro construiu carreira assente num sólido conhecimento musical, reforçado pelo trabalho de produção e edição. Como resultado absoluto, há muito que mobiliza público atrás de si ou do preponderante coletivo Bloop. Atento e assistindo de perto à evolução dos tempos é porto de segurança para quem dança e referência inabalável para os seus pares.

MARCO CAROLA

Marco Carola é um embaixador global do techno. De Nápoles, no sul da Itália, Marco foi fundamental para o desenvolvimento da cena electrónica no início dos anos 90. Levou o techno Napolitano a todo o mundo.
Mais de vinte anos depois, Marco ainda é um dos artistas mais respeitados na cena techno, amplamente considerado como um dos fatores-chave na condução do género para o reconhecimento mundial.

MASHKOV

De Moscovo, o DJ, promotor e fundador da Community e Label System 108, Eugene Mashkov é um entusiasta notável da indústria dos clubes russos e da cena da música electrónica.
No início dos anos 2010 Mashkov tornou-se residente do famoso clube de Moscovo Vanilla Ninja e depois do seu encerramento fez showcases do clube Community. Rapidamente tem o status de um muito bem-vindo convidade em line ups do Gipsy club, Propaganda e outros famosos clubes de Moscovo.

Nox

Luís Batista é bem conhecido por Nox, desde o início do seu percurso na música eletrónica, uma carreira que data há quase duas décadas. Estabelecendo um caminho notoriamente forte, intenso e revolucionário, a linha musical de Nox combina um número de influências, tendências e diferentes franjas. A sua viagem pela música é caracterizada por um cunho seu altamente individual e pessoal, quer na sua abordagem técnica, quer na sua relação emocional com a música, que transpõe para o seu principal local de trabalho, o dancefloor. No final do ano de 2000, Nox tornou-se um freelancer e, em 2011, deu asas ao projeto outrora conhecido por Fuse Lx. Várias produções que o levaram a remisturar artistas como DJ Vibe, Oscar L ePhunk Investigation, para além de lançar trabalhos sob as labels MagnaRecordings, Kaos e, mais recentemente, a fresh04 recordings; fazem parte deste frutífero percurso.

PATRICE BÄUMEL

Patrice Bäumel é um DJ e produtor de renome internacional, atualmente vive em Amsterdão. 2017 foi o ano de maior sucesso de Patrice até agora, a culminação de muitos anos na estrada, uma mudança positiva no estilo de vida, muito mais trabalho, diversão e divulgação do amor. Desde ser convidado pela Radio 1 para contribuir para a estimada série Essential Mix, ao seu Afterlife, o single ‘Glutes’ eleito uma das maiores faixas do ano, 2017 foi um ano para Patrice recordar, e um sinal do que ainda está por vir …

PENELOPE

Penelope vai à descoberta com paixão, sempre com sede de novos horizontes para abastecer a sua criatividade. Nascida e criada em Paris, o seu som é uma expressão única de gostos sónicos que variam do house, techno, minimal, breakbeat, ambient e toda a experiência electrónica. Começou a coleccionar discos depois de se mudar para Nova York em 2009, onde deu os primeiros passos na cena rave local. Em 2013, finalmente comprou as primeiras mesas de mistura e desde então continuou a refinar o gosto em torno do Deep e Dub. Depois de viver alguns anos em Berlim, está agora em Lisboa, onde rapidamente se tornou a residente da festa mensal CAKE. Trabalha também nas suas próprias produções, experimentando e expandindo as suas barreiras sonoras.

PIXEL82

Filipe Galante AKA Pixel82 é a pessoa por trás do Produtor/DJ. Com uma carreira de 15 anos, ele tocou por todo o Portugal, assim como viajou a Europa, USA e Brasil. Após passar alguns anos a trabalhar em Londres, a influência da cidade revela-se na sua sonoridade, as suas produções movem-se entre uma rave na M25 até um loft club em New York. Apesar do som do Reino Unido estar bastante presente, Pixel82 também se conecta aos sons do house e techno clássico, prestando respeito aos seus criadores.

RICHIE HAWTIN

Richie Hawtin é um verdadeiro original. Está constantemente a empurrar as fronteiras conceptuais, acolhe muitos como ele, com ideias e experiências que teriam parecido pura ficção científica quando começou sua carreira.
Hawtin é a mente por trás do Plus8 e MINUS Records, alimentando uma infinidade de talentos desde Speedy J no início dos anos 90 até Gaiser em 2010. E, claro, ele é Plastikman, músico de electrónica por excelência, mantendo uma agenda underground da vanguarda electrónica.

ROUNDHOUSE KICK

Roundhouse Kick, é um projecto agente de mudança na cena electrónica de dança Algarvia. Párias no seu compromisso com a frescura e o underground, a dupla de produtores e Djs, Adriana Lourinho (EDND) e Igor Inácio (Lost In Space) começaram a colaborar em 2011. A sua primeira atuação ao vivo, na noite PISTÃO, rapidamente agarrou os mais exigentes fãs de música electrónica de dança, proporcionando gigs que os têm levaram de sul a norte do país, e os tornaram presença assídua em espaços como o Lux Frágil.

Serginho

Para além deoutros nomes de referência que têm produzido noites memoráveis, Serginho tem vindo a destacar-se – sob um assumido low profile – como incontornável cultivador da vertente mais espacial e estilizada da house no Norte.
Tendo iniciado a sua carreira a meio da década de 90, aliado às iniciativas mais inovadoras e sofisticadas da década, como o clube itinerante UrbanSound ou a extinta rádio Voxx, Serginho é talvez o expoente máximo da divulgação da house mais inteligente no Porto.
Por lá, a paixão pelos discos deu lhe 10 anos de trabalho na Discomundo, loja onde começou em ’98 e que mais tarde passaria a chamar-se Vinyl Market, onde permaneceu até 2008, junto a fontes musicais privilegiadas.

Tiago Fragateiro

Tiago Fragateiro começou a sua carreira há cerca de 20 anos como programador em alguns dos melhores clubs do Porto, sempre procurando dar espaço aos mais interessantes e inovadores Djs nacionais e internacionais. Apesar de ter dado os primeiros passos como Dj por volta de 1998, só há cerca de 15 anos é que assumiu definitivamente a sua paixão.

WAAJEED

Inventivo e desafiador de genero são apenas alguns adjetivos que descrevem o produtor / DJ / artista Waajeed. Afinal de contas, Waajeed – nascido Robert O’Bryant IV em Detroit em 1975 – cresceu em Conant Gardens, em Detroit, o berço da música underground hip-hop. As suas primeiras lembranças são das noites passadas na sua sala de jantar no leste de Detroit, a ouvir a coleção de discos do pai. Uma infância imersa em Roy Ayers, Funkadelic e Kraftwerk. Acabaria por aprender a programar batidas e passar discos em festas da escola e em casas privadas. Mas, foi quando encontrou e escolheu a sua família aos 14 anos que Waajeed finalmente ganhou o respeito local. Eles eram – T3, Baatin e J Dilla – e formaram a Slum Village por volta de 1991.

ZÉ SALVADOR

Versátil, inovador, e sempre um passo à frente, Zé Salvador foi, e continua, na vanguarda da cena musical portuguesa e está intimamente associado a muitos momentos decisivos e movimentos desta história coletiva. Na década de 90 fundou, e foi residente no, o mítico Urbansound no porto, colocando assim o seu carimbo pessoal no crescimento da electrónica no norte do país. Influenciou os gostos de muitos como um seletor e curador para a loja de discos Valentim de carvalho. Em 2001, com Tozé Diogo, Zé compilou e misturou o mix-CD “Chill on KAOS Vol. 2” para a KAOS Records, que foi amplamente considerado o melhor CD-mix Português do ano. Abriu um microclube altamente estimado em Lisboa, Brownie, e também tornou-se uma figura central na lista de um dos maiores fenómenos de popularidade do underground Português, a Bloop Recordings. No Sul, foi residente e curador da Espera-m ‘ Entrando na Zambujeira do mar de 2004 a 2016.

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